Monday, March 24, 2008

Mi

Eu... eu amo você muito e... do tamanho do Universo!

Sunday, March 16, 2008

Picture this

Picture this,
After a thousand words said
We still couldn't understand what was in each others heads…
Complete, content
Sun rise to sunset
So far like stars, you were everything I wish for.
But yet, you made time to speak your mind
That I wasn't pleasing you,
Took my love in vain
I was bleeding
Lonely nights I held the pillow close
Wishin’ I was squeezing you,
It’s crazy! We can only see the bad times when we're together
Remember the good, when we’re apart,
If we throw our love away does that bring us back to the start?
Time heals all wounds but I can't remind my heart
Is our flame not still there if seeing you it lights the spark?

Picture this,
After a thousand words said
We still couldn't understand what was in each others heads.

Saturday, March 15, 2008

Parabéns!

Maria, Maria
Procuro por Ti
Trago este vazio
E o desejo de dar cor à minha vida
Quero pintar
Esta história que estou a criar
Quero ser mais
Minha grandeza afirmar
Ser poeta, ser cantor, ser o céu
Onde mora tudo o que eu vou ser
Se eu souber ser amor

Maria, Maria
Não sei que aconteceu
Se o mundo ou se fui eu
Enganou-se o amanhã sem piedade
Fecha-se a luz
Sobre as almas da minha idade
Esconde-se o céu
Onde eu quero ser mais verdade
Minha Senhora e minha Mãe
Olha bem por nós
Sem Teu amor
Ficaremos sós.

Maria, Maria
Mãe do silêncio
Mãe da humanidade
Em Teu seio o meu senhor se gerou
E Tu o contemplaste
Cheia de amor e ternura
Teu filho desejado
e por ti muito amado
Minha Senhora e minha Mãe
Ensina-me a amar
E arriscar
A saber ser maior

Mafalda Arnauth

Wednesday, March 12, 2008

Danity Quem?

Danity Kane é o nome da girl band norte-americana formada entre 2004 e 2005, através do reality show da MTV, Making the Band 3. Escolhidas entre centenas de candidatas, Shannon Bex, Aundrea Fimbres, Aubrey O'Day, Dawn Richard e Wanita D. Woods Woodgette são as cinco novas musas do rapper e produtor musical Sean 'Diddy Combs’ (também conhecido por Diddy, P. Diddy ou Puff Daddy).

Lançado em 2006, o álbum homónimo de estreia das Danity Kane atingiu o primeiro lugar do Billboard 200, com vendas superiores a um milhão de discos, destronando o álbum Back to Basics, de Christina Aguilera. O primeiro single da banda, Show Stopper [ver vídeo], produzido por Jim Jonsin, atingiu o oitavo lugar do Billboard’s Hot 100; seguiu-se a balada Ride For You [ver vídeo].

De Fevereiro a Maio de 2007, a girl band fez a abertura dos concertos da Back to Basics Tour de Christina Aguilera, juntamente com a também girl band Pussycat Dolls.

Em 2008 as Danity Kane estão de volta, prontas para a internacionalização! Damaged é o single de avanço de Welcome to the Dollhouse, o segundo registo discográfico da banda. Composto por 15 faixas, este novo álbum conta com a participação de Missy Elliot e Rick Ross, do próprio Diddy (claro!) e ainda dos vencedores de Making the Band 4, os Day 26.

Welcome to the Dollhouse é editado já no próximo dia 18 (nos EUA). Até lá fiquem com Damaged [ver vídeo].

Saturday, March 1, 2008

Super Conquistadora

Recuo no tempo e recordo; ainda me lembro da primeira vez que te vi: foi numa daquelas festas em que as professoras e os alunos das escolas primárias se juntavam todos – mais por vontade das professoras do que dos alunos. Lá estavas tu com as tuas amigas, a (tentarem) fazer o pino. Mas esse não foi dia em que nos conhecemos…

Terras de Bouro, 1995. Novo ano escolar numa nova escola. Lá estávamos nós; eu e tu, ambos alunos do 5ºC, à porta da Sala 1 da (antiga) Escola EB 2,3/S Padre Martins Capela, a cumprir o nosso horário. Estavas com uma saia de pregas de xadrez vermelha com um broche (mentes perversas) dourado. Naquele dia não fui às aulas (e sim, eu estava na escola), os horários tinham sido temporariamente alterados devido ao fecho do refeitório e, como tinha de ir almoçar a casa, não me deva tempo de ir e voltar. Tu, que porventura moravas mais perto, voltaste. Vou a casa e faço umas sandes. É verdade, a nossa primeira conversa foi sobre… sandes! Enfim. Mas quem havia de imaginar que entre nos os dois brotaria uma amizade tão forte e duradoura como a que temos? Fui a tua vela exclusiva em vários casos amorosos de adolescente, o teu segundo diário, teu confidente. Fazíamos tudo juntos, e mesmo quando namoravas nunca te afastaste de mim (e nem eu deixava!). O Rock e a Amiga; Spice Girls e Excesso; Buffy & companhia… a nossa pré-adolescência foi uma aventura única, sem dúvida! Ainda bem que passei por ela contigo por perto.
Hoje a minha Susana é uma mulher. Recém-licenciada, não há homem que não queria levar uma injecção de penicilina no rabo desta Sra. Dra. Enfermeira - desde que não seja com seringas daquele tamanho... claro!. Tenho muito orgulho em ser teu amigo, e tenho mais orgulho ainda em saber que construirmos uma amizade sólida, que resiste ao tempo e à distancia que nos separam. Serás sempre a minha, Super Conquistadora.

Muitos Parabéns, Amiga!

Friday, February 29, 2008

O amor fechou a loja

"Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria. Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em diálogo. O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam praticamente apaixonadas. Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do tá tudo bem, tudo bem, tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso dá lá um jeitinho sentimental. Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A vidinha é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também."
Miguel Esteves Cardoso

Thursday, February 28, 2008

Shut Up & Sing

Formado no ano de 1989 em Dallas, Texas, o trio feminino Dixie Chicks – composto por Emily Robison, Martie Maguire e Natalie Maines – é hoje muito mais do que apenas um grupo de música country reconhecido e premiado; Dixie Chicks são também sinónimo de coragem e liberdade de expressão.

Tudo começou no ano de 2003, dez dias antes da invasão norte-americana do Iraque. Durante um concerto em Londres, Natalie Maines, vocalista do grupo, disse envergonharem-se do facto do presidente dos Estados Unidos ser do Texas. Toda a controvérsia gerada em torno desta afirmação está registada no documentário Dixie Chicks: Shut Up & Sing (2006). Um documento audiovisual sem dúvida muito interessante para quem estuda comunicação, do ponto de vista socio-político, demonstrando o poder dos média e o peso das palavras. Uma visão curiosa da outra face da moeda fama. [ver trailer]

Anteriormente ao documentário, as Dixie Chicks lançaram Taking the Long Way (2006). O primeiro Longa Duração do grupo desde o início da polémica em torno da citação de Maines. Do alinhamento do álbum constam 14 temas, entre os quais I Hope, The Long Way Around e Not Ready to Make Nice. Not Ready to Make Nice, escrito por Robison, Maguire e Maines em conjunto com Dan Wilson, descreve a posição do trio em relação a toda a controvérsia em torno grupo. [ver vídeo]

Com vendas superiores a 2 milhões de cópias (apenas) nos Estados Unidos, Taking the Long Way atingiu o primeiro lugar de vendas quer na United World Chart, quer na Billboard 200. Na 49ª Cerimónia de Entrega dos Prémios Grammy em 2007, o grupo venceu todos os prémios das cinco categorias para que estava nomeado, incluindo Melhor Canção do Ano, Melhor Gravação do Ano e Melhor Álbum do Ano. Uma vitória em favor da liberdade de expressão.

Thursday, February 14, 2008

Valentine's Day

Hoje foi apenas outro dia. No céu as mesmas cores de amanhã e o Sol… esse, ninguém o viu. Os sonhos há muito que se perderam num caminho que tem apenas um sentido. Nenhum. Está tudo igual, como sempre, nada está diferente. Mudou a letra mas a música é a mesma. De tão mastigadas, as palavras consumiram-se e tu e eu já não somos nós. Quebramos promessas com quem quebra pratos em fúria. Quebramos corações sem indicação de serem frágeis. Está escuro, está frio. Não há Lua nem estrelas no céu esta noite, não para mim… já nada faz sentido, nem eu! Quero esquecer mas insisto em lembrar-me. Quero dormir mas fico acordado à espera. Quero fugir, mas contigo (só contigo)... e este silêncio ensurdecedor que me faz pensar e enlouquece?! Faz-me falta a doce melodia da tua voz, pois só nela sei escrever…

Hoje pode ter sido apenas outro dia, mas gostava de te ter tido por perto…

Tuesday, February 12, 2008

Alentejo no coração

¡Feliz cumpleaños Ana Guiomar ... quer dizer, Andreia!
* Uma boa parte de mim és tu *

Monday, February 11, 2008

Para sempre


Para e sempre; duas palavras que quando juntas perdem o sentido...