Tuesday, February 17, 2009

No teu mundo de colorir

Porque os sonhos são da cor que os pintarmos...

Faz-me Fugir do Amor

POPSTAR.

Tudo começa em 2001, quando a SIC se inicia à procura das cinco raparigas que formarão A girlband. Tinha apenas 18 anos, quando Rita Reis (26) decidiu concorrer ao primeiro concurso de caça talentos em Portugal. A Nonstop de Almada aceitou abrir o álbum de recordações comigo, para um entrevista que pode também se lida ao adquirir o jornal SemMais, este sábado, com o Expresso.


Onde param as Nonstop?
Neste momento devem estar todas por casa (risos). As Nonstop param… na realidade, acho que não param! Apesar do grupo se ter desmembrado, o facto de sermos amigas faz com que o grupo não pare. Volta e meia fazemos um concerto ou alguém pede qualquer coisa e juntamo-nos para fazer isso. Acabámos por continuar juntas.

As Nonstop são imparáveis?
Dizem que sim.
…e a Rita?
A Rita às vezes é imparável, outras vezes não. Depende dos dias… e da disposição!

Tens saudades 2001?
Tenho. Tenho pena de não ter aproveitado aquilo como devia, mas, enfim, também era muito novinha…

Qual a melhor recordação que guardas desse tempo?
A nossa vida mudou muito, foi um choque muito grande aquela mudança, apesar de ser um choque positivo. Tenho saudades de… nós passamos muito tempo juntas, 24/24; e não tenho saudades das discussões - e, sim, havia discussões - mas tenho saudades das parvoíces e de passarmos esse tempo juntas. Elas são a minha melhor recordação e é disso que eu sinto realmente falta.

Depois de seleccionadas e para fugir à Comunicação Social, as vencedoras foram enclausuradas numa casa em Palmela. Como foi viver, durante esse período, com quarto raparigas desconhecidas?
Foi difícil. Muito difícil! Éramos e somos completamente diferentes, mas naquela altura, com 18 anos, éramos todas muito novas e realmente foi complicado porque estávamos naquela idade do armário, em que cada uma se fechava no seu armário e nenhuma queria sair. As personalidades eram realmente muito diferentes e por aí chocávamos sempre. Mas também gostamos muito umas das outras: era uma relação de amor/ódio.

Falava-se em internacionalização… inclusive, trabalharam com produtores de renome, responsáveis por êxitos como o das Spice Girls, Take That ou Celine Dion. O que falhou?
Falhou alguma coisa, isso falhou… falhou a capacidade de ir à luta, por parte das editoras. Não foi da nossa parte, acredita. Nós basicamente fazíamos aquilo que nos diziam para fazer. Se nos dissessem “agora vão para não sei onde e fazem não sei o quê”, era isso que fazíamos. Portanto, será da parte da editora; não houve força suficiente para ir com isso para a frente. Houve, realmente, a vontade de nos levarem lá, e do outro lado a vontade de nos terem, mas acabou por não acontecer. A preguiça é muita, e quando se junta custos com trabalho as editoras cortam-se.

E a Eurovisão…
As pessoas confundem a nossa participação no Eurofestival com uma tentativa de voltar a aparecer. Quando nos convidaram para defender o tema [“Coisas de Nada”] nós ainda ponderamos a oferta, sabíamos que as pessoas iam pensar que só queríamos protagonismo, mas, na realidade, a nossa intenção era e foi divertirmo-nos. Foi por isso que aceitamos. Depois ganhamos a final nacional [Festival RTP da Canção 2006] – não estávamos à espera – e fomos para a Grécia, onde ainda nos podemos divertir mais um bocado.

Tens feito colaborações regulares em projectos de R&B e Hip-Hop. Consideras-te mais urbana ou pop?
Eu se calhar nem sou Pop, nem Hip-hop ou urbana. Nesta fase da minha vida eu gosto muito de Blues, Soul e Funk. Mas obviamente, o Pop fez e faz parte da minha vida.

Há planos para uma carreira em nome próprio?
Poderia haver… mas também se houvesse não podia dizer, porque depois dava azar (risos).

É bom viver em Almada?
É óptimo viver em Almada. É o melhor local para se viver do mundo!

Monday, February 16, 2009

Peter Pan

And a wish came to me like Peter Pan at my window, and said: evolve your destiny, child, and you'll never walk alone...

Saturday, February 14, 2009

Chris Brown Hearts Hits Rihanna

Neste dia dedicado ao amor e aos amantes, resolvi escrever acerca de um tema que tem feito correr muita tinta, quer na imprensa rosa internacional, quer nos outros meios de comunicação social em geral. Refiro-me, como é óbvio, ao caso Rihanna/Chris Brown: uma versão afro-americana de Britney Spears /Justin Timberlake.

Recuemos no tempo…

Desde cedo que Rihanna foi apontada pela crítica como a nova princesinha da pop, sucessora no trono a Miss Spears (numa altura em que esta via a sua vida pessoal descambar sobre a profissional e vice-versa). Até aqui, nada de novo: todos os dias vemos ser fabricadas novas estrelas para esta indústria do mercado musical mundial, que são utilizadas como lâmpadas até se queimarem. Mas Rihanna provou estar à altura, e três álbuns depois, sucesso atrás de sucesso, continua a somar pontos na sua brilhante carreira musical.

Inclusive, do seu último registo discográfico, Good Girl Gone Bad (2007), foram extraídos oito temas, todos eles crítica e comercialmente bem sucedidos.

O início do romance com o também conhecido artista musical Chis Brown, data de finais de 2007, pouco depois do lançamento de Good Girl Gone Bad. Ambos eram jovens, bonitos, talentosos e com carreiras de sucesso. Facilmente conquistam a atenção dos média, melhor ainda, foram bem aceites, tornando-se em um dos casais sensação de Hollywood.

Actualmente, a situação ganha novos e trágicos contornos. Um escândalo: os agora ex-enamorados são protagonistas de uma grave cena de violência, em que a menina do Umbrella assume o papel de vítima de maus-tratos e Brown do agressor em questão. E isto é realidade, não ficçao. Sobre o caso não há muito para acrescentar àquilo que se pode ler um pouco por toda World Wide Web. Mas tudo indica que se avizinha um final negro para o rapaz de sobrenome castanho.

Pessoalmente, confesso que já previa um final trágico para os pombinhos, que em tanto faziam lembrar Spears e Timberlake. Há quem diga que olhando para o passado pode-se antecipar o futuro... a verdade é que , mais uma vez, a história volta a repetir-se e estou do lado dela.

Vota Nonstop!

Hoje. A Rádio e Televisão de Portugal quer saber qual das canções vencedoras do Festival RTP da Canção que os portugueses preferem!

Nas últimas semanas, o programa Festival RTP – A Melhor Canção de Sempre tem vindo a promover uma série de galas, onde são apresentadas as 44 canções vencedoras do programa que celebra a festa da música portuguesa. Em cada gala, são apuradas para a Final as três canções mais votadas. Esta semana, o tema que valeu de passaporte a minha, tua e nossa all girl group favorita de todos os tempos vai a votos. O das Doce também!

Eis o alinhamento desta 3ª Gala:

01. 1982 - Bem Bom - Doce
02. 1991 - Lusitana Paixão - Dulce Pontes
03. 1968 - Verão - Carlos Mendes
04. 1990 - Sempre (Há Sempre Alguém) - Nucha
05. 2000 - Sonhos Mágicos - Liana
06. 1976 - Uma Flôr de Verde Pinho - Carlos do Carmo
07. 2006 - Coisas de Nada - Nonstop
08. 1984 - Silêncio e Tanta Gente - Maria Guinot
09. 1995 - Baunilha e Chocolate - Tó Cruz
10. 1970 - Onde Vais Rio que eu Canto - Sérgio Borges
11. 1974 - E Depois do Adeus - Paulo de Carvalho

Conto contigo e o teu voto, a partir das 22h30 de hoje, Dia de S. Valentim, para apurar a canção Nº7 para a Final deste concurso: vai ver que não custa nada!

Clica aqui para ver o vídeo e votar em Coisas de Nada
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p.s. e se não puderes votar via Internet podes sempre optar pelo televoto!

Truly In Love

Let's play

Happy Valentine's Day Ya'll!

Friday, February 13, 2009

Que venha o Diabo e escolha!

Hoje, sexta-feira 13…
Amanhã, 14 de Fevereiro, Dia de S. Valentim…

Bolas! É mesmo preciso ter azar :S

Friday, February 6, 2009

Just Can't Get Enough of The Saturdays

Depois do fim oficial das Danity Kane e o flop comercial do último álbum das Sugababes – para não falar nas Nonstop, mais paradas do que nunca – chegam as meninas do amanhã, The Saturdays.

Una, Mollie, Frankie, Vanessa e Rochelle foram a girlband mais pop do momento. Lançando em finais de Outubro de 2007, o álbum de estreia, Chasing Lights, falhou por um lugar o top 10 do Reino Unido na semana de lançamento. Recentemente, e após o lançamento do terceiro single do banda, Issues, o álbum conseguiu finalmente conquistar o seu lugar entre os dez mais vendidos.

Depois do sucesso alcançado com os temas If This Is Love (#8), Up (#5) e Issues (#4), as Saturdays foram convidadas a seguir as pisadas em salto-alto de outras bandas femininas britânicas, ao gravarem o tema oficial da Comic Relief para 2009: Just Can’t Get Enough, um original dos Depeche Mode. Espera-se, assim, mais um sucesso para este quinteto que promete ainda dar muito que falar ouvir. O single tem lançamento marcado para 2 de Março, mas pelo eye-candy da capa, atrevo-me a dizer: I Just Can't Get Enough!

Thursday, February 5, 2009

Music Makes Us



Metade de mim é música… e este ano, a campanha publicitária para a 51ª Edição dos Prémios Grammy presta um tributo à música que nos faz, focando-se em vários artistas que marcam a diferença através do modo como fazem música. Rihanna, Coldplay, Kanye West e Stevie Wonder são alguns dos nomes que dão a cara por esta campanha, prestando homenagem às músicas e aos artistas que os influenciaram e inspiram.

Mais do que um programa de música, os Grammys são um evento cultural, que move fãs de música em todo o mundo.

Wednesday, February 4, 2009

Fix it, fix it, fix it...

When you asked me to fix your heart, I always thought you were willing to help me pick the pieces up from the floor. ‘Coz if I said yes, you knew I would try with all my heart to repair yours. And I did. By the first night, you wrapped me round your finger. I was yours. In love… or so I thought it was. I thought I could fix it, fix it, fix it… I thought I could fix you, replace him, like a new battery replaces an old one, as if your broken heart was a wrecked watch. You had me on my knees, at your feet, picking up the pieces of an object that you no longer cared for. Your Heart; I tried to fix it, fix it, fix it… but I ended up in damage, breaking it; My Heart.