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Saturday, November 20, 2010

In And Out

Consciência Crítica
In and Out of Consciouness é o nono álbum de Robbie Williams, a alcançar o topo dos tops do Reino Unido.
Um duplo álbum que revisita toda a carreira do artista, desde o início dos anos 90, até hoje.
Mas será a quantidade proporcional à qualidade?

Ao longo destes anos, habituarmo-nos a vê-lo como uma marca da cultura pop eurpeia. Como se fosse patenteado, como se nos representasse e por isso mesmo, só aqui tivesse o seu sucesso merecido. Principalmente, Robbie (para seu grande orgulho) conseguiu fazer aquilo que sempre quis – demarcar-se do projecto que lhe deu glória a nível internacional: os Take That – a maior boys band de Inglaterra.

Durante a década de 90, Robbie Williams tornou-se a imagem clean do que deveriam ser os bad boys, evidentes nas suas múltiplas divergências com os antigos companheiros dos Take That, e com os irmãos dos Oasis, mencionando ainda as múltiplas interrogações que a sua sexualidade gerou e a grande derrapagem que o levou a mergulhar no consumo de drogas e álcool.

Mais do que isso, Robbie tornou-se o menino acarinhado por todos, o reflexo do que qualquer betinho se poderia tornar, caso os impulsos rebeldes não fossem devidamente controlados.

Se no início, o flop artístico era mais do que anunciado, com o álbum Life Thru a Lens (que estava em competição directa com Gary Barlow), só com o quarto single, Robbie viria a ser salvo do esquecimento e de uma carreira gloriosa, em que quase todos o vimos crescer.

Os primeiros singles e o próprio álbum não vendiam, enquanto Gary Barlow somava #1’s a solo e os media simplesmente ignoravam Robbie W. Tudo estava destinado a correr mal.

Contudo, tudo mudaria com Angels, o quarto single do álbum de 95; essa balada interminavelmente interpretada nos karaokes e nos X-Factor’s por todo o mundo. Angels tornou-se num grande sucesso, fazendo disparar o álbum nos charts e conquistando mais um hit para Robbie, com Let Me Entertain You.

A partir daí, a carreira de Robbie disparou, para se tornar no artista britânico que mais álbuns vendeu (cerca de 53 milhões), ocupando o lugar deixado por George Michael e fazendo com que Gary Barlow se tornasse numa piada.

Durante anos, Robbie Williams teve tudo sob controlo. Em 97 lança I've Been Expecting You, que é na minha opinião, o melhor álbum de Robbie. Aquele que contém a acidez necessária da pós-adolecência mal resolvida, expressa em temas como No Regrets ou Strong e ainda o smash hiper romântico She’s The One.

É outra das facilidades que Robbie conseguiu conquistar – ser romântico sem se tornar deliberadamente piegas.

O álbum alcançou por 10 vezes a platina em Inglaterra.

Seguiu-se Sing When You’re Winning, que contém alguns dos staples da carreira de Robbie Williams, como Rock DJ, Kids (o dueto com Kylie Minogue) e ainda Supreme.

Claro que esta colectânea que revisita toda a carreira de Williams, contém ainda os dois singles do álbum jazz (essa tentativa de se tornar mais credível), como o Nº1 com Nicole Kidman, Something Stupid.

Mas a sua carreira atingiu o auge com Escapology, álbum de 2002, que inclui o clássico Feel, que vendeu 7 milhões de discos na Europa e na América Latina.

Depois de Feel, Robbie Williams entrou na era de escrever e interpretar singles demasiado autobiográficos como Come Undone ou Tripping, já do álbum Intensitive Care.

Tornou-se mais adulto, perdeu a caracterização de miúdo rebelde e ficou um pouco mais parecido com qualquer artista. E isso nota-se ao longo deste duplo álbum, justamente a partir do momento em que passamos a faixa Feel.

Rudebox, álbum de 2007, foi uma tentativa desesperada de se colar a Usher ou Timberlake, que poderia ter corrido ainda pior. Foi o acordar de um artista que percebeu que se estava a tornar demasiado velho antes do tempo, mas nem a ajuda dos Pet Shop Boys evitaram que o álbum se tornasse num grande flop. E convenhamos, Rudebox é um tema péssimo, sem groove ou o cunho do artista. A ajudar à festa, o fracasso deste álbum coincidiu com o regresso em alta, dos Take That – o que ainda veio complicar ainda mais a vida a Robbie.

O único single, ao longo destes anos, com grande potencial, foi Bodies do seu último álbum Reality Killed the Video Star, com Robbie a tentar um regresso em forma, apesar de disfarçadamente ter sido mal conseguido, já que Bodies foi a única música do álbum a causar impacto e mesmo assim, não muito.

Nesta colectânea, há ainda um último pulsar do artista que depois de muitos anos de controvérsia, faz as pazes com o seu arqui-inimigo Gary Barlow e o convida para um dueto em Shame, a anunciar o regresso à boys band.

Shame é um tema fraquíssimo para um encontro que criou tanta expectativa, e isso reflectiu-se nos charts.

In and Out of Consciousness: Greatest Hits 1990–2010 é um álbum para recordar um dos ícones dos últimos 20-anos. Há ainda algumas relíquias, como temas ao vivo, para nunca esquecermos que Robbie Williams é essencialmente um artista de grandes palcos, onde os seus temas podem ser exponencialmente interpretados.

Mas há aqui muita coisa que não faria falta nenhuma e essa é uma verdade. Sexed Up, Sin Sin Sin ou o péssimo cover de George Michael, Freedom, são alguns dos exemplos.

De qualquer das formas, deverá funcionar sempre bem como prenda de Natal a algum parente distante, mas nunca mais do que isso.

É um celebrar de uma carreira com 20-anos, que parece terminar, como se iniciou: Robbie Williams está de volta aos Take That e em grande forma. The Flood, o primeiro single de Progress, é tudo aquilo que Robbie nunca poderia ter feito, sem a ajuda de Gary, Mark, Jason e Howard.

Tuesday, November 16, 2010

Take That Take The Tops

Robbie Williams está de volta aos Take That e a agitar as tabelas de vendas do Reino Unido e do mundo!

Isto sem falar do Greatest Hits que ele lançou recentemente!

Progress, o novo trabalho da boyband britânica, foi editado ontem e é já o álbum mais-rapidamente vendido DO SÉCULO em Inglaterra, com mais de 235.000 cópias vendidas em apenas um dia!

Toma, toma!

Nas palavras do OCC managing director Martin Talbot:

É um acontecimento fenomenal de uma banda fenomenal.
Sem dúvida!

E isto só vem provar o quanto todos queriam estes tipos todos juntos de novo - com Robbie e tudo!

Thursday, August 26, 2010

Sem Vergonha! Robbie Williams E Gary Barlow Declaram-se Um Ao Outro

Toma lá disto!

Clica em cima para ver o videoclip de Shame, uma espécie de Brokeback Mountain, com Robbie Williams e Gary Barlow.

Wednesday, September 9, 2009

Bodies

O primeiro avanço do novo álbum de Robbie Williams, Reality Killed the Video Star, tem um teledisco assim (em cima).

Friday, August 7, 2009

All Stars For Michael Jackson

Muito se tem escrito sobre a possibilidade de se fazer um álbum em homenagem a Michael Jackson.

E pelos vistos vai mesmo acontecer!

Madonna, Beyoncé, Mariah Carey e Robbie Williams são apenas alguns dos artistas que planeiam participar neste tributo ao Rei da Pop, juntamente com Whitney Houston, Usher, o menino sensação britânico Shaheen Jafargholi, Stevie Wonder, Diana Ross e Lionel Richie.

De acordo com o The Daily Star:

Mariah irá cantar I’ll Be There e a estrela do Britain’s Got Talent Shaheen, que deixou fãs boquiabertos no memorial em Los Angeles com a sua versão de Who’s Loving You, será pedido para gravar esse mesmo tema e o sucesso dos anos 70, Ben.

Madonna poderá ser tentada por Beat It ou Billie Jean, enquanto se espera que canções como Rock With You, She’s Out Of My Life e Bad também encontrem intérpretes.

E Robbie está indicado para Man In The Mirror entre informações que os seus ex Take That companheiros podem cobrir ABC, Working Day And Night ou Don’t Stop Til You Get Enough.


Isto promete! Agora esperemos que cumpra...

Monday, March 30, 2009

Take That Takes Back Robbie Williams

Está confirmado o regresso de Robbie Williams aos Take That!

14-anos depois, o quinto elemento está pronto para renuir-se com a sua boyband para uma mega-tournée pelas arenas da capital britânica.

Segundo o jornal Daily Mirror, o Mister Entertainment já confirmou que a sua adesão para voltar a cantar com Gary Barlow & cia é de cem por cento.

Toma, toma!

Eu sempre soube que sim!