Os Ídolos de Portugal têm muito mais em comum do que apenas o título. Os três têm vozes roucas e um estilo hard rock mas também histórias de vida que te puxam pelas lágrimas.
E é disto que se faz um Ídolo em Portugal.
Vejamos:
Em 2004, na final primeira edição do Ídolos, entre Nuno Norte e Ricardo Oliveira, tal como o resto do país, preferi o Nuno. Preferi o Norte, porque, de facto, ele era o melhor e, de ambos, o menos coitado;
Na edição do ano seguinte, a melhor e minha favorita, Raquel Guerra, que ficou conhecida como a pantera cor-de-rosa, perdeu contra o
Em 2010, Filipe Pinto sagra-se o novo Ídolo de Portugal. Mais um – o indeciso – até porque não há duas sem três.
Talvez por ser sobrinha de Manuel Moura de Santos e enteada de Luís Jardim, nem o apelido fez com que os portugueses tivessem piedade de Diana. A melhor e mais completa voz de entre os concorrentes da edição 2009, ficou-se por um muito injusto segundo lugar.
Que ódio!
Mas nós por cá é assim, Roberta, não basta ser bacana, ter atitude ou carisma, aliás, não precisa de nada disso, basta ser coitado, de perferência coitadinho.