Tuesday, March 3, 2009

Introducing Pinky

Isto não é ficção, nem Photoshop… é inacreditável! Um golfinho cor-de-rosa foi fotografado no Lago Calcasieu, em Louisiana, nos Estados Unidos.

Não é lindo?!!!

Ao que parece, a invulgar cor deste golfinho deve-se ao seu albinismo, comprovado pela cor vermelha dos seus olhos. Contudo, não há razões aparentes de preocupação: tudo indica que o mamífero é bem aceite pelos seus desiguais e está de perfeita saúde!


Há coisas fantásticas, não há?!


[Image via Telegraph.co.uk.]

Sunday, March 1, 2009

What Side Story?

Depende da gente... e da ponte!

Todas as ruas do amor

Venceu! Para grande espanto meu e do público em geral, foi a Flor-de-lis, e não a Flor-i-bela, como tanto se especulou, a vencedora do Festival RTP da Canção 2009.

A canção vencedora, Todas as Ruas do Amor, conquistou a preferência do júri nacional (14/20), enquanto que a votação do público recaiu sobre a menina das manhãs da SIC, Luciana Abreu, e o tema Yes We Can (Juntos Vamos Conseguir).

Embora não tenha votado nem visto espectáculo o espectáculo em directo, confesso que também eu estava a torcer pela vitória dos Flor-de-lis. Mas depois de ver as interpretações dos 12 temas a concurso, confesso que fiquei agradavelmente surpreso com as prestações de alguns dos concorrentes, nomeadamente a da outra Flor.


Tradicional mas moderna, Todas as Ruas do Amor dos Flor-de-lis irá representar-nos em Maio, no Festival da Eurovisão deste ano, em Moscovo.

Saturday, February 28, 2009

The Simpsons do Vogue

Three Wishes

Whoopiii!!!

Rihanna hearts Chris Brown

O quê?!

É o que parece... Rihanna e Chris Brown, a princesinha da pop e o seu ex-namorado agressor favorito, estão de novo juntos.

Eles gostam um do outro, diz a fonte da revista People, e embora o Chris esteja triste e a reflectir sobre tudo o que aconteceu, está também muito feliz por poder estar com a mulher que ama.

O casal (já que tanto insistem) encontra-se em uma das casas de Sean Diddy Crombs.

Brown terá ligado para Rihanna no dia do seu 21º aniversário, a semana passada. Ele ligou-lhe a desejar um feliz aniversário, acrescenta a fonte. A aproximação deve-se à vontade de ambos. É um interesse mútuo.

Porquê, Rihanna? Porquê?! Girl, your mind is in disturbia...


Good Girl Gone Mad

Friday, February 27, 2009

Sabrina

É o nome artísitco de Teresa Villa-Lobos (26), a menina bonita de Setúbal, benjamim do cantor popular Emanuel, que venceu o Festival RTP da Canção em 2007. Esteve a apenas três pontos de levar as cores da nossa bandeira à final do Eurofesival, mostrando que a música que em Portugal tanto se discrimina é bem aceite aos olhos – e ouvidos – da Europa.

A entrevista é minha, a foto... é FHM!

Dois anos depois de venceres o Festival da Canção, o que mudou?
Na minha vida mudou sobretudo o lado profissional e também, de certa forma, a intensidade com que vivia a minha vida a nível musical. Passei a cantar a solo – até então cantava na girlband Teenagers – e deixei de ser Teresa para passar a ser Sabrina.

Segundo apurei, há muita dificuldade em conseguir uma cópia original do seu primeiro registo a solo, Dança Comigo (2008). Houve até quem lhe chamasse um Van Gogh da música ligeira portuguesa. Também o vês como uma obra-prima?
Não sabia [que lhe chamaram um Van Gogh]! É uma novidade, não fazia ideia… mas sem dúvida que o Dança Comigo, quer o álbum quer o tema, vai marcar para sempre a minha vida. Não sei se pode ser considerada uma obra-prima ou não mas para mim é, na medida em que me fez alcançar um sonho que foi vencer o Festival da Canção. Cada um tem a sua opinião, para mim é a minha obra-prima; não foi composta nem produzida por mim mas sinto que faço parte dela e é, sem dúvida, a grande música da minha vida.

O álbum é uma verdadeira homenagem ao Festival da Canção: A Desfolhada, Conquistador, e Ele e Ela são apenas alguns dos temas vencedores do certame que integram este trabalho. A escolha do registo destes temas está relacionada com a tua participação no espectáculo?
Em parte, sim. Foi com o Festival da Canção que eu me lancei na música portuguesa, por isso, fazia todo o sentido um trabalho que incluísse temas do Festival e, ao mesmo tempo, fazer uma homenagem a outros vencedores.
Foi também a fórmula pensada para ajudar a prender o público durante os concertos. É muito complicado, hoje em dia, para um artista quem se propõe a utilizar apenas temas originais, porque a maior parte das pessoas só conhecem aquilo que passa na televisão ou ouvem na rádio. Estas canções, mais conhecidas, de outros festivais, faz com que as pessoas participem e que se interessem pelo espectáculo.

Já antes da participação na Eurovisão, e enquanto membro do duo feminino Teenagers, interpretaste alguns temas que foram representantes de Portugal neste mesmo concurso musical europeu. Foi presságio?
(Risos) Isso foi uma coincidência. Na altura, quando estava nas Teenagers, esses temas não foram utilizados com o propósito de lembrar o Festival da Canção. Eram temas que passavam, que as pessoas se lembravam, e que davam para tocar nas várias gerações como temas antigos. Ainda hoje, crianças e adolescentes conhecem essas músicas. Foi apenas uma coincidência.

Mas já eras fã do Festival?
Claro que quando era mais nova acompanhava o Festival da Canção. Era quase que obrigatório juntar a família toda para ver o programa. Com o passar dos anos, eu, como todos nós – e não acho que seja só pela culpa dos maus resultados – fui deixando de dar importância ao evento e, confesso, houve uns anos em que deixei de o assistir. No entanto, dois ou três anos antes da minha participação, comecei a seguir o Festival novamente, uma vez que também comecei a cantar profissionalmente e interesso-me por todos os eventos musicais que há no nosso país. Depois surgiu a oportunidade da minha participação, e sim, hoje sim, sou uma fã do Festival da Canção.

Qual consideras ser a canção da tua vida?
[Pausa] Ai! A canção da minha vida… ainda sou tão nova. Mas para não estar aqui a fazer uma retrospectiva de todas as músicas que me marcaram, vou ter que eleger Dança Comigo [(Vem Ser Feliz)], por ser a música responsável pelas recentes conquistas da minha vida. Não faria sentido escolher outra.

Nessa mesma canção, ofereces a lua, o sol e o mar a quem dançar contigo. Trata-se de um convite para viver em Setúbal?
[Risos] Não! Eu ofereço o mar, o sol, a lua… para convencer as pessoas a dançarem comigo, sem lhes pedir de uma forma tão directa! Dança comigo e… dou-te mais qualquer coisa em troca. Não sei, se calhar há alguém que não queria dançar comigo e então e eu tenho de fazer um bocadinho de chantagem e dar mais qualquer coisa… trata-se apenas de uma letra, não foi com alguma intenção de convidar alguém para o que quer que fosse.


Mais fotografias destas de Sabrina nas páginas da revista masculina FHM de Março 2009. Já nas bancas!

Friday, February 20, 2009

Good Girl Gone Battered

Dizem que o amor deixa marcas, mas… por amor de Deus, Chris!

A imagem fala por si.

Publicada hoje, esta fotografia, tirada a Rihanna pouco depois de agredida, comprova a gravidade do assalto.

É, no mínimo, chocante.


I Hate Chris Brown
[Imagem via TMZ.]

Gutto

De Corpo e Alma na música, Augusto Armada, 36 anos, licenciado em direito, mas é como Gutto que o público melhor o conhece. Desde os Black Company às inesquecíveis parcerias com o amigo e sócio Boss AC, passando pelos álbuns da carreira a solo e o regresso dos Black Company, Gutto tem uma história que merece ser contada…

Qual o estado actual da música em Portugal?
Há música boa e música má. Em Portugal sempre se fez música com qualidade, assim com sempre houve artistas menos bons.

E o teu trabalho, em qual dessas duas vertentes se integra?
Não me cabe a mim avaliar isso. Faço a minha música, que é aquilo que me dá prazer, e o resto vem naturalmente… mas dentro da minha área, quer no hip-hop ou no R&B, faço o melhor que posso e sei.

Há quem diga que vives na sombra do Boss AC…
(Risos) Acho que já tenho currículo e trabalhos suficientes para não viver na sombra de ninguém. Eu e o AC sempre fomos parceiros. Felizmente, entendemo-nos muito bem a trabalhar em conjunto e as nossas parcerias têm resultados espectaculares. Temos sempre muito gosto em trabalhar um com o outro, até porque eu sou fã dele e acho, até certo ponto, que ele também é meu fã. Mas não posso negar que as pessoas pensem isso, até porque ele teve um sucesso estrondoso e quando isso acontece as pessoas têm tendência de dizer isso. Mas se retirares o sucesso comercial, ou de vendas e discos de platina, sombram dois músicos que gostam de fazer música, gostam de fazer o seu trabalho, e gostam de trabalhar em conjunto. Mas eu tenho o meu estilo e ele tem um estilo completamente diferente. As duas coisas não se misturam minimamente.

Dez anos depois do último disco, os Black Company, pioneiros do hip-hop em Portugal, estão de volta. Como e porquê este regresso?
Eu tive oportunidade de experimentar o R&B nos três álbuns a solo que fiz. Entretanto, claro, o bichinho do hip-hop nunca me deixou… temos uma produtora [NoStress Records], onde produzimos para outros artistas; não produzíamos em nome próprio, mas produzíamos para outros artistas. E quer dizer... estas circunstâncias proporcionaram que eu e os outros elementos dos Black Comapany nos reuníssemos, depois surguiu a oportunidade de voltarmos a trabalhar juntos. Foi uma questão de vontade, de saudades uns dos outros e de fazermos musica juntos. Não é nada de muito complicado.

Mas não eram quatro?
Eramos… quer dizer, o grupo chegou a ter 30 elementos, depois foi reduzido a seis, e a quatro. De facto, quando obtivemos sucesso com o tema Nadar, éramos quatro. Tínhamos um DJ. Entretanto no álbum seguinte, já não era esse DJ… Mudamos de DJ, do DJ KGB para o DJ Soon. Neste álbum decidimos não incluir um DJ, mas os três MC’s continuam os mesmos.

Voltam para ficar, ou é um regresso de passagem?
Posso dizer, sinceramente, que a ideia é continuar a fazer música, agora em que termos… nunca se sabe, o futuro não se pode prever. Depende da forma como corram as coisas desta vez… mas a ideia é continuarmos juntos e conciliar o trabalho de grupo com os nossos projectos a solo. Será uma questão de conciliar a vontade e a disponibilidade de cada um. Em grupo é sempre mais complicado fazer as coisas, é preciso saber coordenar a vontade e o tempo de todos os elementos, enquanto que a solo só depende da vontade de um.

Então, mantêm-se os projectos a solo…
Sim, sim! Este ano já estou a preparar o meu novo álbum a solo...

E queres antecipar algumas informações acerca desse teu novo álbum.
Ainda está tudo nos segredos… (risos) em fase de composição e estúdio.

No que te inspiras para compor?
Ao contrário da generalidade, não gosto de ouvir a música dos outros quando estou a compor, para não me influenciar. Contudo, há situações inevitáveis, não estou isolado do resto do mundo... Mas quando chega à altura de compor, deixo de ouvir música, na tentativa de conseguir criar algo original e diferente. Inspiro-me em histórias da minha vida pessoal, em experiências… tento buscar inspiração na realidade, naquilo que acontece… normalmente falo de relações, tudo muito a ver com romance e com relações que acabam, que começam, que deviam de começar mas não começam…algumas coisas são baseadas na minha vida pessoal, outras na vida de pessoas conhecidas.

Abordaste a questão do aborto no teu álbum de 2005 (Chokolate), na música Estamos Sós, ainda a interrupção voluntária da gravidez era penalizada no nosso país. Que razões te levaram a explorar esse assunto?
Também já fui jovem e já passei por isso… e quis com essa música transmitir um bocado da luta pessoal e das decisões que às vezes se têm de tomar, e que são decisões difíceis, que vão influenciar o resto da nossa vida. Essencialmente, naquela música quis colocar-me no papel da mulher, a principal sofredora e vítima destas situações. E imaginar o que a vida poderia ter sido se não fosse tomada aquela decisão.

Já fez composições para uma série de artistas femininas – Gémeas, Nonstop, Diana Lucas, Just Girls. Como é escrever e trabalhar com mulheres?
É fixe (risos). É sempre diferente porque são só mulheres, mas já estou habituado e trabalha-se de uma forma muito fácil. Quer dizer, a experiência que tive com as artistas que referiste, foi sempre muito positiva. O caso mais difícil talvez tenha sido com a Diana, em que tive de escrever as letras de raiz de um álbum inteiro, o que me obrigou a encarnar no papel para que aquilo fizesse sentido.

Com quem te falta trabalhar?
Felizmente, quer em nome próprio, quer com os Black Company, já tive a oportunidade de trabalhar com muitos nomes. Do hip-hop já trabalhei com quase toda a gente; do R&B não há assim muita gente, mas dos novos valores não me importava de fazer qualquer coisa com o TT ou os Expensive Soul.

E vai acontecer?
Depende das músicas que eu tiver, porque eu escolho as pessoas com eu trabalho consoante aquilo que a musica precisa. Neste álbum faço intenções de ter alguns convidados, ainda não pensei em quem, mas eu tenho sempre muito gosto em fazer parcerias porque resultam sempre muito bem, e são uma mais valia para a música.

A Margem Sul está para Lisboa como Brooklyn para Nova Iorque?
(Pausa.) Agora nem tanto, mas já teve… Na Margem Sul foi onde nasceram, basicamente, os primeiros grandes nomes do hip-hop e também do rock. A margem Sul é sempre o ninho de muitos projectos e muitas coisas boas da música portuguesa. Sempre foi! E espero que continue a ser.

Diz-nos o que é importante para ti…
Importante para mim é: muita paz, muita saúde e o resto vem com trabalho e com esforço. É a gente fazer o que gosta, e as coisas podem demorar a acontecer mas quando fazemos aquilo que gostamos as coisas acabem sempre por acontecer.

Wednesday, February 18, 2009

The Promise

Girls Aloud. A girlband mais bem sucedida de sempre no Reino Unido conquistou, finalmente, o seu primeiro Brit Award, esta noite. O Nº1 single The Promise valeu à banda feminina o título de melhor single britânico. Além das Girls Aloud, estiveram nomeados para esta categoria, Coldplay (Viva La Vida), Leona Lewis (Better in Time), Duffy (Mercy) e Heartbeat (Scouting For Girls).

Com muitas plumas e glamour, eis a performance da canção que prometeu e compriu!

O Verão já chegou!